sábado, 21 de maio de 2011

De repente, fui pega! Por aquele mentiroso/maravilhoso homem que amei/inventei...
Daquele amor todo em que ele me colocou...não sobrou nem  saudade daquilo tudo:
do olhar, da vontade de te ver, das sessões do Poderoso Chefão, dos sussurros ao pé do ouvido, do dançar coladinho, do dia dos namorados, da intensidade da última vez ...
Sem notar, se foi, assim como chegou. Era só um menino.
E o homem que eu amei por dois meses se foi assim como as fantasias se vão... um AMOR desse não servia para os nossos coraçõezinhos, e em nosso pequeno cotidiano, logo vi que não cabia o que eu sentia no poema que eu não te fiz.

[...] e eles foram felizes para sempre!

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