[...] Cheguei decidida naquele bar a encarar mais uma vez um caso chinfrim. Ele pagou as cervejas em meio as mesmas conversas, só que com os olhos nos meus, abaixei a cabeça e ainda assim ele me olhava.
Eu me senti olhada.
Opa, peraí! Porque ele está me olhando, e se interessa pelo que eu quero? Depois de tantos que nem ao menos gostariam de saber o que eu queria...
Em meio as noites ele me perguntou: _ O que você quer?
Eu disse: _ O que você pode me oferecer?
Ao menos se interessar pelo que uma mulher quer, significa não ignorá-la... Não ele não sabe, eu não sei, ele não vai saber... Mas no bar ele não acreditou no que eu queria...
Melhor: ele se interessou! Por essa atenção ao não saber o querer, e principalmente por não ter dado o que eu achava que procurava... Ele é o melhor e ainda me faz bem...

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